sexta-feira, 1 de março de 2013

Agradável ambiente de trabalho

Artigo Revista Imagem/Águas Formosas, em março/2013
*projeto comercial em Teófilo Otoni/MG, by livia bonfim


Desde o início da revolução industrial, onde as condições de trabalho nas fábricas eram precárias, - da iluminação à insalubridade -, mudanças vêm ocorrendo no ambiente de trabalho.

É sabido que o ser humano é fruto do meio em que vive e que é gerido por necessidades básicas que pode motivá-lo ou não, são elas: necessidades fisiológicas como: alimentação, sono, atividade física, etc; necessidades psicológicas: como segurança, participação, autoconfiança e afeição; necessidades de autorrealização: como impulso para realizar o próprio potencial, estar em contínuo autodesenvolvimento.



Segundo Chiavenato (2000),A motivação se refere ao comportamento que é causado por necessidades dentro do indivíduo e que é dirigido em direção aos objetivos que possam satisfazer essas necessidades”.

Portanto, podemos supor que o ambiente de trabalho também deve influir no comportamento das pessoas e, por conseguinte influenciar nas relações interpessoais e supostamente nos resultados das empresas em todos os sentidos.


Não se pode exigir resultados de uma equipe se esta não tiver um mínimo de comodidade e de condições para realizar suas necessidades básicas. Acredita-se que quanto melhor e mais bem atendidas estas necessidades tanto melhor será o desempenho de uma equipe.

O ambiente de trabalho é constituído de duas partes distintas: a física e a social, no qual está diretamente influenciando a satisfação no trabalho. Salas amplas, bem iluminadas, climatizadas, móveis bonitos, computadores modernos, geralmente as 
pessoas transmitem mais satisfação que outras que trabalham em locais sem estes requisitos, assim tenho observado. 

O objetivo de uma reorganização é garantir conforto, bem-estar, satisfação e segurança para os funcionários e garantir aos clientes melhores condições de visualizar os produtos, além de um ambiente saudável e agradável de ser visitado e de se trabalhar.


Claro, isoladamente esses fatores não promovem a satisfação, mas a sua ausência a inibe. Por outro lado, fatores como oportunidade de autorrealização, reconhecimento pela qualidade e dedicação no trabalho, a atratividade do próprio trabalho em si e a possibilidade de desenvolvimento pessoal e profissional do trabalhador são motivadores em essência.  

Referência Bibliográfica:
CHIAVENATO, Idalberto. Gestão de pessoas: o novo papel dos recursos humanos nas organizações. 14ª ed. Rio de Janeiro: Campus, 1999. 


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